Londres: funcionária de creche é esfaqueada por 3 mulheres aos gritos de “Alá vai te pegar”

Uma funcionária da creche “Little Diamonds”, localizada em Hermon Hill (Londres), foi atacada por três mulheres vestindo roupas pretas, que gritavam “Alá vai te pegar”. A vítima foi derrubada no chão, levou pontapés e teve o braço esfaqueado.

É o terceiro ataque ocorrido na Inglaterra, em poucos dias. Primeiro, a bomba no show de Ariana Grande em Manchester; depois, o da Ponte de Londres; e agora esse.

Segundo testemunhas, a vítima foi socorrida e encaminhada a um hospital. Ela passa bem.

O ataque teria durado menos de 10 minutos e ainda não há notícia das terroristas.

Herói de Londres: homem de 47 anos enfrenta 3 terroristas no braço, é esfaqueado e sobrevive

Vivemos tempos difíceis, em que as definições de “heroísmo” tendem a ganhar conotações genéricas ou pra lá de simplórias. Este, no entanto, é um caso efetivo. Trata-se de um herói verdadeiro, legítimo e insofismável.

Roy Larner, de 47 anos e torcedor do clube Millwall, enfrentou três terroristas armados com facas usando seus próprios punhos. Sim, no braço. Segue trecho de seu relato:

“Eles tinham facas longas e começaram a gritar sobre Allah. Em seguida, gritaram: ‘Islã, o Islã, o Islã’. Como um idiota, eu gritei de volta para eles. Eu dei alguns passos na direção deles e disse: ‘Foda-se, eu sou Millwall’. Então, eles começaram a me atacar. Eu estava na frente deles tentando combatê-los. Todo mundo correu para a parte de trás (…) Estava sozinho contra três e por isso me machuquei tanto. Apenas eu tentando segurá-los com minhas mãos. Fui esfaqueado e oito vezes. Eles acertaram minha cabeça, peito e as duas mãos. Havia sangue por toda parte. Eles estavam dizendo, ‘Islã, Islã!’. Eu disse novamente, ‘Foda-se, eu sou Millwall!’ Foi a pior coisa que eu poderia ter feito como eles continuaram me atacando”

Um herói. Um exemplo. Uma esperança de inspiração a todos.

Por falar em todos, fica registrado que TODO MUNDO tem obrigação moral de jamais deixar Roy Larner pagar uma cerveja para o resto de sua vida. É o mínimo que devemos a esse herói.

Quanto ao mais, fiquem com a torcida do Millwall:

Vizinho de terrorista de Londres alertou as autoridades ao menos duas vezes, diz jornal

O jornal inglês The Telegraph veiculo notícia inquietante: um vizinho de um dos terroristas responsáveis pelo ataque recente em Londres chegou a alertar a polícia, que nada fez. Ela disse que deu o alerta quando o autor do atentado, cujo nome vem sido mantido em sigilo pelas autoridades, tentou radicalizar seus próprios filhos.

Segundo o vizinho, que já chegou a ser amigo do responsável pelo ato de terror, a radicalização teria ocorrido por vídeos na Internet. Segue declaração (tradução livre):

“Eu fiz minha parte, e sei de muitas outras pessoas que também fizeram, mas as autoridades não fizeram a parte que lhes cabia”

Ele relata que, mesmo depois dos alertas, o passaporte do agora sabidamente terrorista foi mantido.

Foram sete pessoas mortas no ataque deste sábado (03/06), perpetrado na Ponte de Londres. Há 48 feridos, muitos em estado grave.

Num ano, para cada morto por terrorismo no mundo, dois são mortos por assassinato no Brasil

O Ipea acaba de divulgar o “Atlas da Violência” de 2017, cujos dados dizem respeito a 2015. Segundo o levantamento, houve quase 60 mil assassinatos no país naquele ano. Precisamente, 59.080 vítimas fatais.

Trata-se de um número inaceitável sob qualquer ponto de vista, mas tudo fica ainda mais assustador quando posto em perspectiva. Pois bem: no mesmo ano de 2015, morreram 28.328 pessoas (*), MENOS DA METADE do número de vítimas de assassinato só no Brasil.

Vivemos, portanto, uma guerra. Temos números de guerra e ambiente de guerra.

Porém, as “soluções” ideológicas impedem um efetivo combate ao crime. Por mais que todas as fórmulas já tenham sido tentadas e testadas, sem sucesso, a ideologização prossegue.

A um custo inadmissivelmente alto.

(*) – dados do Departamento de Estado dos EUA

Terrorista de Manchester “custeou” o explosivo usando verba de bolsa e empréstimo estudantil

Os críticos de programas de bolsa e empréstimo estudantil ganharam mais um argumento nesta semana. E um argumento forte. Isso porque, segundo o jornal The Telegraph, Salman Abedi (foto), o terrorista de Manchester, teria usado tal dinheiro para “custear” a construção do explosivo.

Pois é. E reportagem ainda fala que a verba ajudou a pagar viagens para a Líbia, onde o terrorista teria aprendido a fazer bombas.

No fim das contas, além da trágica e inaceitável morte de tantos inocentes, há a bizarrice de isso ter sido financiado pelos próprios contribuintes ingleses. Vale lembrar, por fim, que tais pagamentos ocorreram ao longo dos anos, colocando em péssima situação os mecanismos de controle.

Polêmica: BBC Brasil diz que “terrorista para uns é o defensor da liberdade de outros”

A BBC Brasil divulgou vídeo comentando o atentado terrorista de Londres e então, após um comentário questionando não terem usado o referido termo, responderam o seguinte:

“Terrorismo é uma palavra carregada de conotações, por isso evitamos usá-la. O terrorista para uns é o defensor da liberdade de outros. O terrorista para outros é o vingador das injustiças contra outros. Não cabe à BBC julgar os motivos de quem executa ataques, por mais crueis e sangrentos. Nos cabe noticiar”

A própria BBC da Inglaterra não tem problema em usar a expressão, de modo que a fala da sucursal brasileira acabou gerando polêmica nas redes.

E a coisa não ficou só no zum-zum-zum de usuários. O analista político Alexandre Borges comenta o caso em artigo intitulado “O Inimigo Interno” e o ILILSP também tratou do fato.

Definitivamente, foi uma colocação infeliz. O que houve em Londres, como em tantos outros casos, não foi um ato em busca de liberdade nem nada do tipo, mas sim um ATENTADO TERRORISTA, que ceifou vidas inocentes e não pode de forma alguma ser relativizado.

Isso não é manifestação, é terrorismo! Lembrando que Santiago Andrade morreu com um rojão

A imagem diz mais que quaisquer palavras. Sabe aquela ladainha de “a manifestação começou pacífica” seguida de “um grupo de vândalos invadiu o protesto” e termina com “relatos de que a polícia se excedeu”? A esta altura, ninguém mais cai nesse conto narrativo, mas agora tudo fica ainda mais estapafúrdio.

Simplesmente estão com uma ARTILHARIA.

Aí entra a óbvia referência: em 2014, foi justamente um rojão, disparado por blackbloc, que atingiu e matou o cinegrafista Santiago Andrade, da Rede Bandeirantes

Sim, um jornalista. Tente achar algum colega de esquerda condenando essa verdadeira bateria anti-aérea nas mãos desses pacifistas. Nada. Aliás, mais fácil achar alguns culpando a polícia e relativizando ao máximo a atitude da rapaziada da foto.

E o que querem? Certamente, o confronto violento; provavelmente, um resultado trágico. Depois, caso o pior aconteça para o lado deles, a culpa é da “repressão violenta”. Caso aconteça do outro lado, aí é apenas um infortúnio, obra do acaso etc.

Enfim, isso não é manifestação, mas sim terrorismo. É preciso chamar pelo nome.

Usem outra desculpa: a história prova que as piores tragédias vieram das “minorias radicais”

O vídeo mais abaixo mostra uma resposta dada pela jornalista Brigitte Gabriel a uma muçulmana que a acusou de estar sendo preconceituosa com islamistas. O discurso rebate o argumento de que “apenas” uma minoria islâmica seria radical.

Bom… Quando se fala de um grupo que contempla 1,2 bilhão de pessoas, mesmo uma minoria pode ser maior que a população de todo os Estados Unidos. E isso é só uma das coisas explicadas por Gabriel. Porque, como ela bem exemplifica, há dois problemas graves em jogo: o radicalismo da minoria, e o silêncio da maioria.

https://twitter.com/GABRIELPlNHEIRO/status/826582658163564544

Mais do que ninguém, os islamitas moderados deveriam combater o radicalismo islâmico. Afinal, são esses as primeiras vítimas destes. No entanto, ouve-se apenas gritos contra o que chamam de xenofobia.

A maioria islâmica, aquela pacífica, precisa entrar nessa guerra. Mas também apontar seu alvo contra os radicais islâmicos. Ou de nada adiantará.

Afinal, o que é verdade e o que é mentira nessa história de Trump “banir o islã”?

É um tema para lá de delicado, e Donald Trump pecou por dar início à investida sem o devido diálogo com a opinião pública. Resultado? A esquerda, em especial aquela que atua na imprensa, com o apoio da classe artística, deitou e rolou alimentando toda uma histeria nos Estados Unidos – e no resto do mundo.

Mas, afinal, o que aconteceu?

Paul Joseph Watson, um dos editores do Infowars, rebateu em vídeo muito do que foi gritado nos últimos dias. E o Implicante toma a liberdade de resumir alguns dos argumentos:

Donald Trump baniu o islamismo dos Estados Unidos, como tantos gritam por aí?

Não. Claro que não. Ele interrompeu por pelo menos três meses a entrada de imigrantes de sete nações, todas elas ligadas a atos terroristas. Coincidentemente (ou não), sete nações de maioria islâmica. Mas há muito mais países islâmicos no mundo. O próprio Trump considera que há quarenta governos no planeta com este norte moral.

E quem fez a lista de países que teriam ligação com terrorismo?

Essa é a parte que a esquerda finge não ser com ela. A lista foi herdada da administração Obama. Sim, foi Barack Obama.

Trump podia fazer isso?

Não só podia, como seguiu os passos de – novamente – Barack Obama. Em 2011, também para entender melhor as ameaças terroristas que rondavam os Estados Unidos, o ex-presidente impediu a entrada de iraquianos no país. Com um agravante: por seis meses, o dobro do que foi definido por Trump.

Não foi o único ato do tipo. Obama ainda repetiria a dose outras cinco vezes.

Mas por que tudo foi feito tão às pressas?

Essa foi explicada pelo próprio Trump em sua conta pessoal no Twitter. Se houvesse uma espécie de aviso prévio, justo os terroristas mais perigosos iniciariam uma corrida para acelerar seus planos contra o povo americano. Ou agiam de imediato, ou de nada serviria a iniciativa.

Mas mesmo quem tinha visto não podia mais entrar nos Estados Unidos?

Esse é o trecho que gera mais confusão. Porque o decreto permite a entrada. Mas exige que cada caso seja previamente avaliado antes de autorizado. Isso gerou uma espera incômoda no retorno de alguns imigrantes legais. Mais ou menos como sofrem os brasileiros ao tentar visitar algumas nações europeias.

* * *

Apesar de torcer pelo sucesso da atual gestão, o Implicante lamenta que o governo Trump esteja pecando justo naquilo que ele parecia ser mestre: a comunicação. Um ato dessa magnitude não poderia vir ao mundo sem o próprio presidente explicar em primeira pessoa as motivações por trás do gesto. Deixar essa missão para a imprensa é deixar na mão da esquerda. E a esquerda quer o caos – ou não conseguirá voltar ao poder.

Fato é que o novo presidente dos Estados Unidos precisa melhorar muito para fazer valer os votos recebidos.

No primeiro dia da gestão Trump, o Estado Islâmico sofreu 31 ataques aéreos dos EUA

Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos na tarde de 20 de janeiro de 2017. No discurso de posse, prometeu varrer o Estado Islâmico do mapa. Quando começaria os trabalhos? Era uma incógnita. Mas não demorou muito.

No dia seguinte, os terroristas do Estado Islâmico sofreram 31 ataques aéreos das forças armadas americanas. Deste total, 25 foram conduzidos na Síria, enquanto os outros 6 miravam o Iraque.

É um começo.