Terror no Rio de Janeiro: cidade vive verdadeira guerra civil, veja a galeria de fotos

Nesta terça-feira, dia 02/05, o Rio de Janeiro viveu batalhas próprias de uma guerra civil. Tudo por conta de uma operação da PM para conter a guerra do tráfico na Cidade Alta, comunidade de Cordovil, Zona Norte da cidade.

Oito ônibus e dois caminhões foram incendiados, pelo menos 45 homens foram presos e houve apreensão de 32 fuzis. Ao longo do dia, o G1 divulgava atualizações sobre o caso. Houve também saques e tentativa de bloquear a Avenida Brasil.

Isso tem nome: guerra. Não há outra forma de conceituar esse tipo de confronto, em que grupos fortemente armados desafiam e muitas vezes vencem as forças públicas de segurança.

Segue aterradora galeria de fotos:

Imagem: Twitter G1

 

Imagem: Twitter G1

 

Imagem: Twitter G1

 

Foto: Matheus Rodrigues/G1

 

Imagem: TV Globo

 

Imagem: TV Globo

 

Foto: Jessica Sa / TV Globo

 

Foto: Cleber Junior / Extra – Agencia O Globo

 

Foto: Henrique Coelho / G1

Vídeos chocantes: “manifestantes” espancam pessoas em aeroporto do Rio de Janeiro

Como dissemos há pouco, isso não é “greve” coisa nenhuma! Nem mesmo “manifestação”, no sentido aceitável democraticamente e admissível numa civilização. É vandalismo, é violência, é um absurdo!

As imagens a seguir, do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, são realmente fortes. Ainda assim, necessário mostrar como são as coisas:

Onde está a polícia? Onde está o socorro às vítimas? Inacreditável.

E depois ainda querem que o povo fique do mesmo lado. De novo, inacreditável.

Advogado da União defende que indenização a presos seja revertida às vítimas deles

Rodrigo Duarte é advogado da União e assinou no Jota, portal dedicado a debates sobre a Justiça, artigo no qual defende uma tese para lá de interessante. Segundo o articulista, as indenizações que o STF aprovou para presos que sejam encarcerados em presídios superlotados devem ser repassadas às vítimas de tais criminosos, ou mesmo ao Estado, uma vez que causaram transtornos à sociedade, e tais delitos implicam em custosos reparos.

De acordo com Duarte, isso já seria possível com a Lei de Execução Penal, em especial o art. 29, §1º, “a”. Nela, é dito que “os rendimentos auferidos com o trabalho do preso deverão atender fins indenizatórios da vítima“. A mesma lei também entende que seria “dever do condenado indenizar a vitima ou seus sucessores (art. 39, VII), bem como indenizar o Estado das despesas realizadas com a sua manutenção, mediante desconto proporcional da remuneração do trabalho“.

Mas, infelizmente, o Brasil é um país bizarro em que leis “não pegam”. Cabe, então, à opinião pública pressionar seus representantes para que repassem a pressão à Justiça. Mas já é um alento saber que há ao menos um advogado da União com esta visão de mundo.

Todos os países em azul no mapa somam a mesma quantidade de homicídios do Brasil

O mapa acima foi publicado pelo ONL Maps, um dos muitos perfis para por apaixonados por mapas. Mostra a soma dos assassinatos em vários países no globo, incluindo quase toda a Europa, parte do Oriente Médio e África, além de gigantescas nações como Canadá, Japão, Austrália e China – China!

Somados, estes países não chegam à quantidade de homicídios do Brasil, pintado na imagem com um vermelho sangue.

É isso mesmo? Houve algum exagero?

O Implicante acredita que os autores do mapa amenizaram o estrago. Pois, por dados da ONU, o Brasil supera sozinho a soma dos homicídios de 153 nações. Mas são números defasados, de 2012, que consideram que o país ainda possui 40 mil homicídios ano, quando essa tragédia já leva embora quase 60 mil vidas a cada temporada.

Ou seja… O mapa mais acima poderia estar hoje bem mais azul.

Bastou tirar a PM das ruas como quer a esquerda para os homicídios multiplicarem por 6 no ES

A esquerda é muita clara quando canta em seus protestos: “Tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar“. Pois bem… Sem a PM nas ruas do Espírito Santo, o estado viu 62 homicídios em apenas três dias. Mas é um número que não para de crescer. Na contagem mais recente, chegou a 75.

Quão pior é isso? Baseado apenas no dado já defasado, o Sindicato de Policiais Civis do Espírito Santo descobriu que, em relação ao mesmo período de 2016, houve 6,41 vezes mais mortes violentas.

Sim, o preço de tirar a PM das ruas do Brasil é contabilizar o óbito de muitos brasileiros, possivelmente os mais pobres.

E a esquerda cantando que “tem que acabar“.

Para desespero da esquerda, as forças armadas foram ovacionadas nas ruas do Espírito Santo

Em seus atos políticos, a esquerda vem se acostumando a cantar que quer “o fim da polícia militar“. Infelizmente, no último 6 de fevereiro, o Espírito Santo experimentou na pele essa ideia estúpida. E pagou caro – com muito sangue – a ausência da PM em suas ruas. Saques, arrastões, assaltos, assassinatos e até mesmo execuções de inocentes, todo esse caos foi filmado e jogado nas redes sociais.

O socorro federal foi requisitado para conter a onde de violência. Foi quando as forças armadas entraram em campo. E, para desespero dos esquerdistas, os soldados foram ovacionados pela população local.

https://twitter.com/carlosjansenc/status/828720882474446852

Infelizmente, percebe-se pelas imagens, tratava-se de um efetivo pequeno. Espera-se, contudo, que já seja o suficiente para impôr alguma ordem ao caos instaurado.

O Implicante sinceramente torce para que outras medidas do tipo não precisem ser tomadas nos demais estados.

A esquerda adora pedir “o fim da Polícia Militar”; caos capixaba prova que isso daria errado

Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da polícia militar!” Você já deve ter ouvido esses versos por aí. Porque o jornalismo brasileiro adora filmá-los na boca de alguns manifestantes esquerdistas. Normalmente, são gritados de frente para as forças policiais que a fazem a segurança do próprio evento. Em alguns casos, a provocação surte efeito e tudo termina na confusão desejada pelo esquerdismo.

Mas como se daria o “fim da polícia militar” na prática?

Os versos não explicam. Mas o Espírito Santo vem vivendo uma tragédia que mostra como a Polícia Militar faz falta.

Em janeiro, Vitória teve quatro assassinatos. Mas, no último sábado, contudo, a PM iniciou uma paralisação. Até a redação deste texto, 51 mortos foram encontrados nas ruas da capital no intervalo de apenas dois dias. O caos ainda conta com saques, arrastões, assaltos a mão armada e brigas de rua.

Não, a Polícia Militar não é uma instituição perfeita, ou nem teria se dado a uma paralisação. Sim, ela precisa melhorar muito. Mas essa melhoria só virá com o apoio da população, e não com as provocações esquerdistas.

Proporcionalmente, morrem mais PMs no Rio do que soldados americanos nas guerras mundiais

Entre 1994 e 2016, para cada 100 policiais militares que atuaram no Rio de Janeiro, quase quatro foram mortos. Proporcionalmente, é um número mais grave que as baixas americanas na primeira e segunda guerra mundial. Ao todo, as vidas de 3 mil seres humanos se foram no período.

O número de feridos é ainda mais assustador: 14.452. Na soma, essa foi a realidade de um em cada cinco PMs nesses 22 anos de levantamento.

É grave! É gravíssimo! Exige a atenção de todas as autoridades envolvidas. Principalmente aquelas que dizem defender os direitos humanos.

Afinal, policiais também são humanos.

Por que a violência cresceu no Brasil num período em que o PT alega ter reduzido a pobreza?

A pergunta do título, com leve variação, foi feita pelo Globo no levantamento sobre o aumento das taxas de homicídio em 20 de 26 estados brasileiros. E é por demais pertinente. Afinal, a esquerda alega que a ocorrência de tantos crimes nasceria da falta de oportunidades concedidas pela sociedade aos mais pobres. Contudo, passou anos propagando que, entre 2005 e 2015, período do levantamento, o petismo reduziu a pobreza no país. Assim sendo, deveria também ter diminuído a violência, mas findou justamente no contrário.

Ou o PT não reduziu a pobreza, ou a violência não está intimamente ligada à condição social do indivíduo.

Na dúvida, o Implicante aposta em ambos: nem o PT reduziu a pobreza, nem a violência está necessariamente ligada ao tamanho dela.

Porque os governos Lula e Dilma Rousseff usaram e abusaram do que eles mesmos batizaram de “contabilidade criativa”. Por vezes, reduzir a pobreza era simplesmente alterar a forma de cálculo, diminuindo o limite que separava os mais pobres da classe média.

E porque a violência é um problema por demais complexo para ser fruto de um único fator. A própria matéria do Globo enumera um punhado de explicações. E não chega a qualquer conclusão definitiva.

Na verdade, se alguém disser que entende o que está acontecendo no Brasil, está mentindo. Pois não há informação confiável o suficiente para se chegar a qualquer conclusão.

Entre o Mensalão e o segundo mandato de Dilma, taxa de homicídios cresceu em 20 estados

O Globo fez um levantamento em cima de uma década de edições do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A primeira constatação já soa ruim: a taxa de homicídio brasileira subiu de 22,5/100 mil habitantes para 25,7/100 mil. Mas este resultado é muito impactado por estados populosos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, que conseguiram contornar parte do problema. Ao se debruçar sobre a situação de cada região, contudo, percebe-se melhor o caos vivido.

Entre 2005 e 2015, a taxa de homicídios piorou em 20 dos 26 estados. Em alguns casos, de forma gritante. A população do Amazonas, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Goiás viu os próprios índices dobrarem. Outras regiões prósperas, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enfrentaram um crescimento na casa dos 70%. A realidade é insana.

O petismo sempre se livrou da encrenca empurrando a culpa para os governadores, uma vez que o orçamento da segurança pública é destinado a estes. Mas resta evidente que, pela ação de grupos como PCC e Comando Vermelho, o drama é federal. Tanto que o ministro da Justiça do governo Temer não abandona a causa.

O estouro do Mensalão se deu em 2005. A reeleição de Dilma Rousseff proporcionou a ela um segundo mandato em 2015. Nesse intervalo, o Brasil foi drenado pela corrupção. Não tinha como dar certo. E o resultado são os 60 mil assassinatos que flagelam principalmente os mais pobres.